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Itaboraí capacita agentes para auxiliar na fiscalização da Lei Seca
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Itaboraí capacita agentes para auxiliar na fiscalização da Lei Seca

O coordenador geral da Lei Seca no estado do Rio de Janeiro, tenente-coronel Marco Andrade, esteve em Itaboraí nesta terça-feira (27/01) para capacitar guardas municipais e agentes da Defesa Civil e Secretaria de Transportes para que eles auxiliem o Estado na prevenção e fiscalização da direção sob consumo de álcool.

agentes lei seca itaborai“Recebi a solicitação da Prefeitura de Itaboraí e fiz questão de vir pessoalmente trazer um pouco da experiência que temos na Lei Seca, que com educação e firmeza vem conquistando cada vez mais a credibilidade da população. É importante que os funcionários do município estejam preparados para nos ajudar nas operações, além de adaptarem nossas ideias para suas realidades como agentes de segurança” – disse Andrade.

A palestra focou nos dois pilares da Lei: educação e conscientização. Marco Andrade explicou o funcionamento das operações e se colocou à disposição para retornar a Itaboraí para conversar diretamente com os alunos das escolas municipais sobre a importância da Lei Seca.

“Estamos à disposição do Governo do Estado para auxiliar. Nossa missão é capacitar cada vez mais a Guarda Municipal para que possamos continuar evoluindo, fazendo a diferença e mostrando presença, conquistando, assim, o apoio e o respeito da população”, disse Rodrigo Barreto, secretário municipal de Segurança e Defesa Civil, ao lado do tenente-coronel André Henrique, comandante do 35º Batalhão de Polícia Militar.

Lei Seca

A Lei Seca (Federal 11.705/2008) foi criada com o intuito de inibir o consumo de bebida alcoólica por condutor de veículo automotor, tendo sofrido alterações pela Lei Federal 12.760/2012, que aumentou o valor da multa para R$ 1.915,40, sendo o motorista passível, ainda, de suspensão do direito de dirigir e detenção.

“Fui vítima de acidente de carro envolvendo álcool e direção. Hoje, faço questão de dar o meu depoimento para tentar ajudar a salvar vidas. Na época em que perdi minhas pernas, se tivéssemos uma educação de trânsito como temos hoje, eu poderia estar andando e meu amigo, que estava comigo no carro, poderia estar vivo”, disse William Lima, 46, agente de operação da Lei Seca.

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