Alcântara ganha Café Social do Trabalhador
Família Acolhedora fecha ano com saldo positivo
Governo do Rio vai pagar em cinco vezes parcela do décimo terceiro salário

Família Acolhedora fecha ano com saldo positivo

acolhedora1Implantado há cinco anos em São Gonçalo, o Programa Família Acolhedora, administrado pela secretaria de Desenvolvimento Social, já colhe os frutos que são considerados positivos pela coordenação. Nesta terça-feira (15) a coordenadoria do programa realizou um balanço. O encontro reuniu famílias acolhedoras, familiares, estudantes de assistência social, entre outros. Em 2015, o município acolheu 22 crianças.

“O acolhimento é um ato de cidadania, mas também de amor e muito carinho. Uma criança que sai do seu convívio familiar, onde vive maus tratos e negligência, passa a receber carinho e atenção de uma nova família. O município dá todo suporte e apoio técnico, assumindo a alimentação, remédios, entre outros. É importante que as pessoas que queiram participar desse programa ou conhecê-lo venham nos procurar para esclarecermos qualquer dúvida”, conta a secretária.

O programa é um serviço que oferece respostas mais humanas e personalizadas de atendimento à crianças que, temporariamente, precisam ficar afastadas de sua família de origem. Assim, o Família Acolhedora se torna uma medida de proteção e defesa ao direito de convivência comunitária. O serviço é responsável por selecionar, capacitar, cadastrar e acompanhar as famílias acolhedoras, bem como realizar o acompanhamento da criança acolhida e os lares de origem (pai e mãe) e extensão (tios, avós).

A dona de casa, Fabíola Monique da Silva, de 30 anos, define esse projeto em algumas palavras como: amor incondicional e solidariedade.

“Já acolhi sete crianças contando com essa pequena agora, desde que entrei no programa em 2010. Conheci o programa em um domingo, me inscrevi na segunda-feira e na terça-feira já estava acolhendo uma criança em minha casa Foi tudo muito rápido e esse amor só cresce a cada dia mais. O pouco que você dá para essas crianças você ganha em dobro, através de carinho e sorrisos. Minha família sempre me apoiou nessa escolha, e meu filho de 10 anos é um multiplicador dessa causa. Ele fala para todo mundo sobre o projeto”, declarou.

Ainda segundo Ana Cristina, a iniciativa substitui o abrigo provisório para crianças e busca oferecer um ambiente familiar, com proteção, aconchego e segurança para crianças que estão em uma situação de risco.

acolhedora 1Para fazer parte do programa é preciso ter idade mínima de 18 anos, com concordância de todos os membros da família; comparecer na sede da secretaria munido de documentos pessoais; não possuir antecedentes criminais; não ter interesse em adoção e ter disponibilidade de tempo e interesse em oferecer proteção e apoio a crianças. O serviço funciona na Rua Uriscina Vargas, nº 36, no bairro Alcântara. O horário de atendimento é das 9h às 17h. Mais informações pelo telefone (21) 3719-2473.

Add a comment

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *